- Cessar-fogo EUA–Irão impulsiona mercados: US100 sobe 3% e o apetite pelo risco regressa aos mercados globais.
- Petróleo cai cerca de 10% com possível reabertura do Estreito de Ormuz: menor risco de choque de oferta reduz expectativas de inflação.
- Alívio pode ser temporário: acordo de duas semanas mantém incerteza e risco de nova volatilidade geopolítica.
- Cessar-fogo EUA–Irão impulsiona mercados: US100 sobe 3% e o apetite pelo risco regressa aos mercados globais.
- Petróleo cai cerca de 10% com possível reabertura do Estreito de Ormuz: menor risco de choque de oferta reduz expectativas de inflação.
- Alívio pode ser temporário: acordo de duas semanas mantém incerteza e risco de nova volatilidade geopolítica.
A notícia de um cessar-fogo de duas semanas entre os EUA e o Irão provocou uma reviravolta acentuada no sentimento do mercado, com a euforia resultante a fazer com que os preços do petróleo caíssem cerca de 10% hoje.
Estreito de Ormuz pode reabrir e aliviar pressão sobre o petróleo
Uma queda de dois dígitos do preço do crude numa única sessão sinaliza não só um alívio, mas também, potencialmente, uma revisão iminente dos cenários macroeconómicos. A perspetiva de restabelecer o trânsito pelo Estreito de Ormuz parece agora realista, reduzindo o risco de um choque de oferta e contribuindo imediatamente para uma descida das expectativas de inflação.
Os investidores voltaram rapidamente ao modo de «apetite pelo risco». Ainda assim, é importante recordar que, nesta fase, o acordo abrange apenas as próximas duas semanas — não um fim definitivo do conflito.
Ativos em destaque após o cessar-fogo
- O índice MSCI Ásia-Pacífico subiu quase 5%, atingindo o máximo das últimas três semanas
- Os futuros dos índices norte-americanos valorizaram mais de 2,5%, enquanto os contratos europeus subiram 5,5%
- O dólar, anteriormente considerado um porto seguro, enfraqueceu 0,8%
- Os títulos do Tesouro avançaram à medida que os mercados voltaram a precificar cortes nas taxas de juro da Reserva Federal
Condições do cessar-fogo entre EUA e Irão
Trump enfatizou que uma condição fundamental do cessar-fogo é a manutenção da navegação totalmente aberta através do Estreito de Ormuz. Durante este período, espera-se que ambas as partes negociem um plano de paz de 10 pontos proposto por Teerão. Israel confirmou que se alinharia com a decisão dos EUA, embora tenham surgido notícias de ataques das Forças de Defesa de Israel (IDF) no sul do Líbano no início do dia.
Vale também a pena notar que a proposta de Teerão parece relativamente maximalista, incluindo exigências como a remoção de todas as sanções, o controlo total e a cobrança de portagem no Estreito de Ormuz, e a continuação do enriquecimento de urânio para fins civis. Se a posição negocial do Irão se revelar particularmente forte, os mercados poderão começar a precificar um risco renovado de conflito já na próxima semana.
A queda dos preços do petróleo não se resume apenas a custos energéticos mais baixos — reforça também as expectativas de uma política monetária mais flexível e de apoio ao crescimento económico. Caso se vislumbre uma paz mais duradoura no Médio Oriente nos próximos dias, a recente correção nos mercados acionistas poderá, de facto, ser revertida.
Gráfico do US100 e Petróleo (D1)
Ouro sobe 2 % num contexto de enfraquecimento do dólar americano
Alterações no mercado cambial decorrentes da guerra: o dólar americano desce a pique 💥
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Petróleo recua 10% 📉
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